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FAQ

FAQ geral sobre o IF

1Inglês para crianças pequenas (Young Learners)

O meu filho anda no infantário: é cedo para começar a aprender inglês?

A relação entre a idade e aprendizagem de uma segunda língua não é consensual. Depende muito do contexto de aprendizagem. Mas de um modo geral todos os investigadores concordam que quanto mais cedo se começar, melhor.
Normalmente inicia-se a aprendizagem quando a criança apresenta autonomia em termos de comunicação na sua língua mãe, por volta dos três/quatro anos.

No IF começamos a ensinar inglês a partir dos três anos (Ifinho-Pre). Após interesse manifesto dos pais, temos com eles uma reunião prévia para explicitarmos a nossa metodologia e os objetivos que pretendemos atingir. As aulas são dadas nos infantários.

Nota: sobre este assunto, consultar texto mais desenvolvido no nosso blogue.

Se os alunos com três ou quatro anos mal sabem português, como é que estão preparados para aprender inglês?

Uma criança aprende mais do que nós, adultos, pensamos.
Aprendem de modo diferente, mas aprendem. O seu cérebro está preparado para acolher vários tipos de comunicação em simultâneo. Isso pode baralhar os adultos, mas não as crianças, que aprendem a comunicar de forma natural.
Costuma dizer-se que as crianças ‘aprendem com o corpo,  enquanto  os jovens e os adultos aprendem com o cérebro’. Por isso deve-se privilegiar o ensino mais oral, mais ligado à comunicação prática do dia-a-dia, ensinado de forma lúdica: canções, jogos, roleplays, etc. Mas essas atividades lúdicas não devem ser um fim mas um meio. É preciso nunca esquecer o fundamental: o papel dos professores é ensinar, para que as crianças possam realmente aprender.
Durante os primeiros anos há muita aprendizagem passiva, que não se nota. Mais tarde todo esse conhecimento ‘vem ao de cima’, muitas vezes de repente. Quando os adultos querem ver resultados imediatos, quando exigem que a criança prove (e já!) que está a aprender isso condiciona o ensino e a aprendizagem de uma língua.

Nota: sobre este assunto, consultar texto mais desenvolvido no nosso blogue.

Quantas aulas por semana as crianças devem ter?

É claro que quanto mais aulas tiverem, melhor.
Mas é preciso encontrarmos uma solução entre o ideal e o possível.
Nos infantários o ensino de inglês normalmente confina-se a uma vez por semana, partindo-se do princípio de que mais vale pouco do que nada. A língua estrangeira tem de partilhar o tempo disponível com outras atividades extra também consideradas importantes (música, dança, desporto, etc).
Precisamente porque há poucas aulas é que a sua a planificação deve ser mais cuidada: o que ensinar, quando ensinar, como ensinar. E é muito importante o amparo de âncoras complementares que suportem a estrutura da aprendizagem, que permitam uma certa ‘organização mental’ nos alunos.
O IF coloca uma plataforma online específica para cada turma, para que os pais colaborem também nos processos de ensino, sobretudo ao nível da revisão e consolidação.

Como é que se sabe que as crianças estão a aprender?

Um professor qualificado e experiente no ensino de inglês a crianças é um técnico que consegue detetar variações na evolução de conhecimentos e aptidões (skills) de cada aluno. Será ele que, em avaliação contínua, poderá transmitir aos pais a evolução do processo de aprendizagem.
No Ifinho fazemos sempre avaliações, qualquer que seja a idade do aluno. Incluindo avaliações orais, com pequenas entrevistas.
Para além de tomarmos conhecimento do que realmente ‘ficou’, queremos que os alunos se vão integrando naturalmente num sistema de avaliação que fará parte do seu processo de aprendizagem. Evitando choques, mas de forma natural e consistente.

Atitude e disciplina

Estes têm sido aspetos muito relevantes e que temos de enfrentar com bastante determinação. Muitas vezes a motivação surge de um ‘empurrão’ dos pais, que sabem a importância do inglês no futuro. E depois de começarem a aprender, raramente desistem. Quando falamos de disciplina não nos referimos apenas ao comportamento. Referimo-nos a hábitos que os alunos têm de adquirir para que as tarefas decorram com normalidade. Tirar o material das pastas, sentarem-se de forma a poderem trabalhar, não pedirem para sair da sala de dois em dois minutos, responderem apenas quando devem, etc.

As crianças são muito novas para levarem a aprendizagem do inglês ‘a sério’, mas também não teremos resultados se seguirmos apenas o caminho que elas querem.
Tem de haver muito cuidado: planificar as aulas muito bem para que uma atividade lúdica pareça ser o centro de uma aula.
Uma aula é recortada em pedaços diversificados, muitos deles que exigem concentração e aprendizagem específica: apresentação oral (pelo professor), relação da língua com as gravuras, repetição, roleplays, consolidação através de exercícios visuais diversos, etc, etc. E algumas dessas atividades precisam de alguma concentração e atitude positiva por parte dos alunos. Que se vai conseguindo ao longo dos anos…

Relação com os pais

É muito importante que os pais estejam por dentro da aprendizagem.
Os professores do IF estão sempre disponíveis para se encontrarem com os pais, explicando-lhes a planificação pedagógica e a evolução e atitude dos seus filhos.
Temos uma plataforma online onde regularmente são colocados conteúdos pedagógicos para os alunos poderem fazer revisões (com a ajuda dos pais, claro). Nessa plataforma também se publica regularmente um resumo da matéria que se vai dando.

Os pais podem ajudar no processo de ensino?

Claro!
É importante que a criança saiba que o inglês tem uma função: comunicar. Com a internet e a televisão ele vai descobrindo isso, mas seria bom que sentisse que as pessoas que o rodeiam também podem usar essa outra língua. Os professores disciplinam e orientam a aprendizagem, mas é saudável que os pais, os irmãos mais velhos ou outros adultos acrescentem algo. Pequenos diálogos, palavras soltas, jogos, canções, tudo é bem-vindo. Tudo apresentado com bom senso, claro.
Em caso de dúvida, os professores poderão dar aconselhamento.

Os testes, a avaliação, não podem traumatizar as crianças pequenas?

Nós achamos que não. A avaliação por vezes é mais para aferir a aprendizagem (ou seja, para o professor verificar se determinada matéria ficou sabida) do que que para atribuir uma classificação. São raros os casos em que as crianças detestam que se faça a avaliação, a maioria até gosta. Claro que tem de haver bom senso em todo esse processo. Pode-se usar um resultado para motivar um aluno, depende como é apresentado.

No IF avaliamos as crianças desde o primeiro ano de aprendizagem, sem qualquer problema. Experimentámos até gravar entrevistas individuais ao longo de alguns anos, para podermos comparar a evolução de cada aluno na compreensão oral, fluência e pronúncia. Os resultados foram impressionantes.

 

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